E eu ia, saltando os muros que nos prendem ao passado e ao medo do futuro. Saltava alto, como campeã olímpica, e venceria todos os obstáculos. E a minha medalha seria a minha própria liberdade.
Sentiria o toque da areia na palma de mão, e como cada grão cai e faz barulho. Veria o mar agitado sem ficar inquieta, e relaxaria na presença de tempestades. Dançaria com a chuva e sorriria para todos aqueles que passassem.
Um dia. Um dia eu vou numa aventura. Eu prometo.
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